sexta-feira, 31 de julho de 2009

Profissionais -Dra. Luciana Teixeira de Camargo


DRA. LUCIANA MATOS TEIXEIRA DE CAMARGO


  • FORMAÇÃO ACADÊMICA: PUCCAMP
  • RESIDÊNCIA MÉDICA: DOIS ANOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM CIRURGIA GERAL E TRÊS ANOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM CIRURGIA PLÁSTICA ESTÉTICA E REPARADORA
  • ESTAGIO EM HOSPITAL DE GRANDES QUEIMADOS NA SANTA CASA DE LIMEIRA
  • MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA
  • CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TRATAMENTO DE EX OBESOS
  • PÓS GRADUAÇÃO EM MEDICINA ESTÉTICA

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Profissionais -Dra. Glaucia Ruppert

Dra. Glaucia Ruppert
  • Graduação em Medicina na Universidade Estadual de Londrina- PR
  • Residência de Clínica médica no HURNPR- Universidade Estadual de Londrina
  • Residência de Gastroenterologia clínica- Unicamp
  • Residência em Endoscopia digestiva – Unicamp
  • Especialista em gastroenterologia pela Federação Brasileira de Gastroenterologia
  • Especialista com título da Sociedade Brasileira de Endoscopia digestiva
  • Médica clínica concursada do serviço do CECOM- Unicamp
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Profissionais -Dr. Fernando Ginefra Vasconcellos Cunha

Dr. Fernando Ginefra Vasconcellos Cunha

  • Graduação em 1987 pela Faculdade de Medicina de Catanduva - SP
  • Formação em Cirurgia Geral - Hospital Municipal "Dr. Mário Gatti" (1989 à 1991)
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia do Aparelho Digestivo
  • Especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo ( CBCD - 1994; por concurso)
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica
  • Médico Assistente do Serviço de Cirurgia em Urgência e Trauma do Hospital e Maternidade Celso Pierro- PUCCAMP
  • Médico da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital e Maternidade Celso Pierro- PUCCAMP
  • Médico Emergencista do Hospital e Maternidade Celso Pierro - PUCCAMP
  • Médico Cirurgião do Grupo de Esôfago, Estômago e Duodeno do Hospital Municipal Dr. "Mário Gatti"
  • Médico Preceptor da Residência Médica em Cirurgia Geral do Hospital Municipal "Dr. Mário GAtti"
  • Médico Preceptor da Residência Médica em Cirurgia Geral PUCCAMP
  • Pós Graduação com Especialização em Auditoria em Saúde pela Universidade Gama Filho
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Profissionais -Dr. Vilmar Luis Trombeta


Dr. Vilmar Luis Trombeta
  • Graduação - PUCCAMP
  • Residência em Cirurgia Geral – PUCCAMP
  • Especialização em Cirurgia do Aparelho Digestivo no Hôpital Haute-Pierre, Serviço do Prof. Meier, Strasbourg, França.
  • Especialista em Endoscopia Digestiva pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (por concurso)
  • Médico do Serviço de Endoscopia Digestiva do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti (por concurso público).
  • Especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (por concurso)
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
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Profissionais -Dr. Tiago Sevá Pereira

Dr. Tiago Sevá Pereira

Possui graduação em medicina (1996) e residência médica em Gastroenterologia (2001) pela Universidade Estadual de Campinas (1996). Fez especialização em Hepatologia no Hospital Clínic de Barcelona, na Espanha (2001-2002) e mestrado em Clínica Médica pela Universidade Estadual de Campinas (2006). Atualmente é médico da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Gastroenterologia e Hepatologia, atuando principalmente nos seguintes temas: cirrose hepática, hepatites virais e hipertensão portal.


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Profissionais -Dr. Rogério Antunes Pereira Filho

Dr.Rogério Antunes Pereira Filho
  • Graduação - UNICAMP
  • Residência em Clínica Médica - UNICAMP
  • Especialista em Gastroenterologia pela Federação Brasileira de Gastroenterologia
  • possui doutorado em Clínica Médica pela Universidade Estadual de Campinas (1984) e pós-doutorado pela Universidade Estadual de Campinas (1984) . Atualmente é Professor da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Medicina. Atuando principalmente nos seguintes temas: Gastroenterologia.
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Profissionais -Dra. Maria Angélica

Dra. Maria Angélica Chiarinelli Nucci Pereira
  • Graduação - PUC Campinas
  • Residência de Pediatria - UNICAMP
  • Residência de UTI Infantil – UNICAMP
  • Mestre em Pediatria – FCM –UNICAMP
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Profissionais -Dr. Gustavo Sevá Pereira


Dr. Gustavo Sevá Pereira
  • Cirurgia Bariátrica
  • Cirurgia Digestiva
  • Endoscopia Digestiva
  • Cirurgia Colorretal (Coloproctologia)

Possui graduação em MEDICINA pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1994), Residência Médica em CIRURGIA GERAL na PUC Campinas, Residência em CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO e mestrado em Cirurgia pela Universidade Estadual de Campinas (2001). Atualmente é presidente departamento de gastroenterologia da SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE CAMPINAS, coordenador do depto de endoscopia digestiva - REAL SOCIEDADE PORTUGUESA DE BENEFICENCIA DE CAMPINAS e médico concursado - equipe de coloproctologia do HOSPITAL MUNICIPAL DR MÁRIO GATTI. Tem estágio em CIRURGIA BARIÁTRICA no Instituto Garrido em São Paulo e em CIRURGIA LAPAROSCÓPICA COLORRETAL junto ao Texas Colon and Rectum Surgeons em Dallas, USA e no Florida Hospital em Orlando USA. Atua principalmente nos seguintes temas: COLOPROCTOLOGIA, ENDOSCOPIA DIGESTIVA, CIRURGIA DE OBESIDADE, NEOPLASIAS DO APARELHO DIGESTIVO.

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Depoimentos - Pós-Operatório Cirurgia Bariátrica (Alex)

Saiba sobre as melhoras na qualidade de vida com Alex, após a cirurgia bariátrica.

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Depoimentos - Pós-Operatório Cirurgia Bariátrica (Lívia)

A Lívia fala da vida após a Cirurgia Bariátrica


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Depoimentos - Pós-Operatório Cirurgia Bariátrica (Cláudia)

Veja o que a Cláudia falou sobre a cirurgia bariátrica

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Contato

Av. Andrade Neves, 707, cj 702
Centro - Campinas, SP
CEP 13013-161
Fones: 0xx19 32360128 / 0xx19 32310156
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Clínicas de Endoscopia - dentro dos hospitais:
Beneficência Portuguesa de Campinas
Rua 11 de Agosto, 577
Centro - Campinas
Fone: 0xx19 37394070
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Instituto Cardiológico de Campinas
Av. Andrade Neves, 655
Centro - Campinas
Fone: 0xx19 37312035
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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Fisioterapia em Cirurgia de Obesidade


O Pulmão é um órgão essencial à vida,pois é responsável pela troca de oxigênio do nosso organismo. Situado na região do tórax,acima do abdome, portanto, próximo ao estômago, região onde será realizada a cirurgia. A importância dos exercícios respiratórios, no pós-operatório imediato (durante a internação),é muito grande para que o pulmão não venha a sofrer complicações desnecessárias,como: pneumonias e atelectasias (fechamento de um faixa do pulmão),principalmente do terço inferior deste,situado na base do tórax.

De acordo com a necessidade individual, opção da equipe cirúrgica e disponibilidade do paciente, pode ser solicitada fisioterapia respiratória antes da cirurgia programada, para melhorar a qualidade do fluxo respiratório do paciente

No hospital, iniciamos exercícios respiratórios ativos com auxílio das mãos, braços e de um aparelho simples chamado RESPIRON®. Estes exercícios dão-nos a chance de ventilar melhor o pulmão, pois devido à dor do pós-operatório, por menor que ela seja, faz com que a respiração se tome curta e não tão eficaz.


EXERCíCIOS:

  1. COM AS MÃOS:colocar as mãos sobre as bases dos pulmões e com a inspiração (puxar o ar), empurrar as mãos para fora;
  2. COM OS BRACOS: elevar os dois braços ao mesmo tempo em que se faz a inspiração, facilitando a entrada do fluxo de ar, com a abertura das costelas;
  3. COM O RESPIRON:
    1. manter a escala dele no nível O (zero)
    2. colocar o bocal entre os lábios,fechando-os completamente;
    3. segurar a base do aparelho com uma das mãos
    4. inspirar com forca até que as 3 bolinhas se mantenham no alto por pelo menos 03 segundos.
    5. repetir isso a cada 01 hora, com séries de 15 (quinze) vezes e intervalos de 05 em 05, durante 20 (vinte) dias
    6. aumentar a escala do seu RESPIRON de O para 01,02 ou 03,conforme for ficando fácil a realização dos exercícios


SANDRA MARIA QUEIROZ REGINA

Fisioterapeuta - crefito 9105-F


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Alimentação no pós-operatório - Cirurgia Bariátrica

As modificações na dieta não envolvem somente a consistência dos alimentos, mas também os fatores nutricionais e dietéticos que interferirão no trabalho digestivo como por exemplo o teor de fibras, gorduras, resíduos e tempo de cocção dos alimentos. A evolução de cada fase deverá ser de acordo com a aceitação do paciente.

Fase 1. Alimentação líquida restrita e evolução da consistência:

Os alimentos estão na forma líquida (caldos), constituída de pequenos volumes, cerca de 100 a 150 ml, fracionados em 6 a 8 vezes ao dia, respeitando um intervalo de 2 a 3 horas entre cada refeição. Os alimentos deverão ser tomados lentamente, utilizando–se a técnica de ingestão controlada.

A atenção especial nessa fase é a forma de ingestão dos alimentos, volume alimentar ingerido, fracionamento e preparo dos alimentos.

Essa fase é constituída de água, chá ervas, gelatina diet, sucos naturais coados, caldos, sopas liquidificadas, vitaminas ralas, iogurte dietético sem pedaços, cremes salgados, papas de frutas cremosas.

Recomendações: Atenção na forma de ingestão dos alimentos – principalmente VELOCIDADE - e na hidratação, através da coloração da urina (urina escura pode ser sinal inicial da desidratação), sede e língua e boca secas.

Fase 2. Dieta Pastosa:

Após cerca 30 dias do procedimento cirúrgico, inicia-se a fase de consistência pastosa. Os alimentos deverão ser bem triturados e mastigados para uma boa adaptação na câmara gástrica. Deve-se dar preferência aos alimentos mais nutritivos, pois o volume tolerado é cerca de 1 a 2 colheres de sopa de cada alimento, conseguindo atingir em uma refeição cerca de 120 a 150 g de alimento.

Essa fase é constituída de purês, pastas ou cremes, suflê, caldo de feijão, carne triturada ou moída, legumes ralados e sem casca.

Recomendações: Atenção na MASTIGAÇÃO, velocidade da ingestão dos alimentos e consistência.

Fase 3. Otimização da dieta, dieta branda.

Inicia por volta do 3º mês após a cirurgia. Os alimentos já estão próximos à consistência normal, mantendo-se a restrição à alimentos crus e com fibras. O volume alimentar tolerado é cerca de 120 a 150 g de alimento.

Essa fase é constituída de alimentos na consistência normal, com tempo de cozimento aumentado, não se incluindo frituras. O tempo de duração é indeterminado, dependerá da tolerância do paciente.

Recomendações: Atenção quanto as escolhas dos alimentos ingeridos, optar por refeições nutritivas. Aplicar os conceitos da reeducação nutricional.

Fase 4. Adaptação final e independência alimentar:

Inicia por volta do 4º mês e , como nas fases anteriores, também evolui de acordo com as características individuais podendo iniciar-se um pouco antes ou um pouco depois. Dieta deverá ser normal, mantendo apenas o controle de volume e balanceamento nutricional.

As restrições alimentares serão em relação ao consumo de bagaços, sementes, cascas duras especialmente de verduras e legumes, alimentos como carnes duras, empanados e frituras.

Em geral deve-se procurar manter:

  • Plano alimentar com seis refeições fracionadas ao dia, pequenos volumes e freqüentes.
  • Mastigar muito bem os alimentos, alimentando-se ambiente tranqüilo e sem pressa.
  • Ingerir líquidos somente entre as refeições, nunca durante, preferindo água ou água de coco.
  • Procurar equilibrar a dieta ao longo do dia.
  • Parar de comer assim que sentir-se satisfeito.
  • Praticar atividade física diária

Retornar ao acompanhamento sempre que solicitado.

Texto Elaborado por - Joelma Sílvia Giorgetti Montagner

Nutricionista

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Cirurgia Bariátrica - Preparo Nutricional Pré-Operatório

A obesidade é uma doença que vêm crescendo em dimensões alarmantes, sendo hoje considerada um dos principais problemas da sociedade moderna.

A morbidade associada à obesidade grave (hipertensão arterial, dislipidemias, diabetes entre outras) gerou o termo obesidade mórbida.

O tratamento da obesidade por meio da cirurgia bariátrica (do grego baros, “peso”, e iatren, “tratar”) contribui com a perda de peso e a formação de novos hábitos alimentares.

Independente da técnica cirúrgica utilizada é necessário que ocorra mudanças efetivas na forma de como se alimentar assim como na quantidade de alimentos ingeridos, portanto há necessidade de reaprender a escolher adequadamente alimentos nutritivos e ingerir quantidades pequenas, compatíveis com o estômago reduzido.

O acompanhamento nutricional tem por objetivo orientar a seleção de refeições nutritivas compatível com a perda de peso e para tanto é necessário que essas mudanças já se iniciem na fase que antecede a cirurgia.

Na fase pré-operatória, o paciente será acompanhado por um nutricionista e é quando será observado o perfil do comportamento alimentar para a elaboração de um plano nutricional individualizado; o paciente será submetido à avaliação do estado nutricional para determinação do diagnóstico nutricional baseado em parâmetros antropométricos (peso, altura, cintura, quadril), exames laboratoriais e ainda serão esclarecidas ao paciente as questões nutricionais implicadas na cirurgia e as mudanças que ocorrerão em sua vida como um todo.

De maneira geral, a principal mudança na alimentação é uma diminuição importante na quantidade de alimentos consumidos diariamente devido a redução do estômago e adaptação às consistências dos alimentos. Porém, outros cuidados como forma de ingestão dos líquidos e a mastigação são fundamentais assim como a necessidade do uso de suplementos vitamínicos e minerais, uma vez que normalmente não é possível, pela limitação do volume alimentar ingerido, suprir as necessidades desses nutrientes.

Texto Elaborado por - Joelma Sílvia Giorgetti Montagner

Nutricionista

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Sedentarismo - um vilão contra sua saúde

Nos últimos 100 anos a tecnologia evoluiu, trazendo consigo inúmeros confortos e facilidades para as atividades da vida cotidiana, as quais resultaram em uma sensível redução na atividade física do ser humano de um modo geral, ou seja, cada vez nos movimentamos menos. Hoje já não é necessário andar para ir a lugar algum, pois temos os meios de transporte sem utilização de energia própria e o que é ainda melhor, bem mais rápido do que o tradicional caminhar. Ou nem mesmo sair do lugar, uma vez que apenas com a utilização dos dedos podemos comprar o que quisermos sem sair do conforto do lar através da Internet.

Porém toda essa comodidade nos trouxe um fenômeno comportamental deletério denominado sedentarismo, que é caracterizado, segundo Weineck, como nível de exigência muscular e aeróbia abaixo de um determinado limiar por um longo período, que é 30% e 50% respectivamente. Outros autores o definem apenas como falta ou grande diminuição da atividade física; e existe ainda os que o definem em relação ao dispêndio calórico semanal através de atividades físicas abaixo de 2.200 calorias.

O modo de vida sedentário traz consigo inúmeras conseqüências negativas a saúde do organismo como um todo. No aparelho locomotor composto pelos ossos, músculos e ligamentos, temos grande perda de sua função sendo essa relacionada em grande parte as perdas de massa muscular e óssea; e o surgimento de dores musculares, pois músculos encurtados e mais fracos não suportam os estresses aplicados sobre eles ao longo do dia. Agora o maior impacto que esse estilo de vida trás para a saúde, esta relacionado ao sistema cardiovascular, onde ocorre profunda perda de eficiência, principalmente pelo entupimentos de suas artérias (que implica em diminuição de oxigênio para o coração) e também pela redução na capacidade de ejetar o sangue, ou seja, ele precisará bater mais vezes para atender a mesma demanda sanguínea, o que em ultima analise diminui a vida útil do coração. Esse estilo provoca ainda outros fatores negativos como, queda do VO2máx, ganho de peso (através do acumulo de gordura), redução da capacidade respiratória, redução da aptidão física, redução na eficiência do sistema imunológico, redução da tolerância à fadiga, queda da força muscular e da flexibilidade, etc.

Segundo alguns autores, o sedentarismo pode ser considerado como o fator de risco nº 1 para nossa saúde e para outros como a doença do milênio. O que se pode dizer é que existe uma serie de doenças relacionadas com a falta de atividade física, denominadas genericamente de Doenças Hipocinéticas (hipo=falta e cinética=movimento) das quais podemos destacar: doenças cardíacas coronarianas (infarto do miocárdio, arterosclerose, etc), hipertensão arterial, diabetes, aumento de colesterol, osteoporose, sarcopenia (perda de massa muscular), doenças articulares, ansiedade, e inúmeras outras.

Diante de todos os fatos apresentados acima cabe a pergunta de como combater esse mal, e a resposta para ela é muito fácil, ou seja, é só aumentarmos as atividades físicas para que elas causem um gasto calórico semanal acima de 2.200 calorias, o que é conseguido com um total de pelo menos 30 minutos diários de atividades físicas moderadas na maioria dos dias da semana, senão todos, como recomenda o Colégio Americano de Medicina do Esporte. Esses 30 minutos podem ser atingidos através de atividades do dia-dia como cortar grama (sem cortador elétrico), lavar o carro, levar o cachorro pra passear, etc; ou através de exercícios físicos estruturados como andar, correr, nadar, pedalar, musculação, ginástica, etc. A diferença entre esses dois tipos de atividade física é que o primeiro não promove modificações significativas na aptidão física geral e composição corporal, portanto se tiver a possibilidade de praticar algum exercício físico regular o faça, lembrando-se é claro de consultar um médico e ser orientado por um educador físico.

texto elaborado por Alexandre Gasbarra - Educador Físico

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Práticas alimentares saudáveis na prevenção da obesidade


Atualmente observa-se um aumento crescente nos índices de sobrepeso e obesidade na população do mundo inteiro.

Isto é preocupante uma vez que os quilos a mais estão entre os principais fatores de doenças mortais, sobretudo cardiovasculares como infarto, pressão arterial, acidentes vasculares cerebrais, diabetes, hipertensão, colesterol, triglicérides, câncer entre outras.

Tratar obesidade é um desafio, pois a sua causa é multifatorial envolvendo fatores como comportamento alimentar, dietéticos, mecanismo de armazenamento da gordura, balanço de energia (aporte e consumo), bem como influências genéticas, fisiológicas, ambientais e medicamentosas.

Reduzir o peso significa diminuir as possibilidades do aparecimento ou progressão de doenças.

A manutenção da redução do peso apenas pela modificação no estilo de vida, sem a necessidade de supervisão médica com o auxílio de medicamentos ou cirurgia é freqüentemente conseguida em casos de obesidade leve. Para garantir sucesso ao tratamento da obesidade severa utiliza-se o recurso cirúrgico.

A redução do aporte calórico aliada às modificações no estilo de vida são as bases para o tratamento da obesidade seja ela leve, moderada ou severa.

O tratamento dietético deve ser individualizado e adaptado ao estilo de vida de cada ser, não é possível estabelecer um planejamento rotineiro, porém alguns preceitos devem ser observados e aplicados para garantia de um bom resultado.

Comer mal é....

Comer mais que o necessário, comer compulsivamente, comer escolhendo mal os alimentos, comer distribuindo mal as refeições, comer por comer, comer fora de hora, comer depressa, comer sem mastigar o suficiente e comer distraidamente.

Para ter sucesso ao tratamento é fundamental que se identifique os maus hábitos, procurando corrigi-los por outros mais adequados constantemente, isso é o chamamos de Reeducação Alimentar

1º PASSO : INICIAR A MUDANÇA NO COMPORTAMENTO ALIMENTAR

· Comer de 4 a 6 vezes por dia

· Comer com intervalos regulares e sempre nos mesmos horários

· Distribuir os alimentos no período diurno evitando grandes volumes de refeição no horário noturno

· Comer devagar, mastigando bem os alimentos prestando atenção no que come, pausando os talheres entre uma bocada e outra


2º PASSO: MUDANÇAS DE ATITUDES

· Não beliscar enquanto prepara os alimentos

· Aumentar a percepção sobre a sua alimentação evitando alimentar-se de forma automática

· Procurar alimentar-se em ambiente tranqüilo, não se alimentando em pé, andando ou assistindo TV

· Realizar atividade física regularmente

· Procurar utilizar escadas ao invés de usar o elevador

· Em ambientes públicos, procurar conhecer os alimentos servidos para selecioná-los com critério: ”O QUE POSSO COMER”? (Frituras ou assados)

· Ler os rótulos dos alimentos, produtos diet nem sempre são os menos calóricos

· Evitar grandes volumes de líquidos com refeição. Esta prática induz a falsa saciedade fazendo com que fique com fome brevemente.

· Durante as refeições, comece primeiro com as verduras ou legumes crus em seguida sirva-se de arroz, feijão e carne.

3º PASSO: O QUE COMER?

· Alimentação balanceada e equilibrada nada mais é do que comer de tudo, a variedade na alimentação é fundamental para alcançar o equilíbrio

· Calorias adequadas mantêm o peso adequado, controla os níveis de pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue.

· 50 a 60% do que comemos deve ser composto de carboidratos que necessitam ser distribuídos ao longo dia de acordo com as atividades desempenhadas. Aproveite e inclua os carboidratos integrais, pois ajudam a promover o bom funcionamento do intestino, controle do colesterol entre outras funções

· Verduras e vegetais. Cinco ou mais porções de frutas e vegetais pode reduzir os riscos de alguns tipos de câncer, hipertensão entre outras

· Carnes devem sem ingeridas, porém não em excesso. Procure consumir com freqüência carnes brancas e peixes. Os peixes são ricos em ômega-3, o qual pode ser um protetor contra doenças cardíacas

· Deve-se ingerir 2 a 3 porções de leite e derivados por dia, dando preferência ao leite desnatado, ao queijo branco e a ricota

· Temperar as saladas com sal, limão, vinagre e pouco óleo. Troque óleo pelo azeite de oliva

· Água, essencial à vida, cerca de 60 a 70% do nosso peso é constituído de água. Ela participa de praticamente de todos os processos fisiológicos que ocorrem no organismo.

4 º PASSO: OS SEGREDOS.....

· Deixe de lado: as frituras, excesso de sal no preparo dos alimentos, alimentos condimentados e enlatados

· Aventure-se na cozinha, procure comprar alimentos que necessitam de preparo

· Utilize condimentos naturais, eles dão mais sabores aos pratos

· Coma muita variedade assim você garante energia, proteína, vitaminas, minerais, fibras e gorduras suficientes para uma boa saúde

· Vegetais frescos todo dia, principalmente cenoura, abóbora, couve, repolho entre outros....

· Prefira frutas inteiras, elas têm mais fibras do que os sucos e mastigá-las facilita a assimilação de todos os nutrientes

· Procure fibras em cereais integrais, cascas de frutas, vegetais, farinhas....

· Reduza os churrascos e assados em brasa a fumaça que impregna as carnes não é saudável ao organismo

· Use menos margarina, manteiga, óleo e banha. Prefira leite desnatado, queijos magros

· Prestigie as vitaminas A e C, coma laranja, morango, melão, couve, espinafre, agrião, repolho e cenoura

· Use açúcar com moderação, uma dieta rica em açúcar tem muitas calorias e nutrientes de menos, engorda sem nutrir

· Use sal com moderação

· Beba pouco álcool

· Mantenha o peso adequado

Texto elaborado por: Dra. Joelma Sílvia Giorgetti Montagner

Nutricionista Clínica - CRN3- 5125

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incontinência Fecal - o tabu e os diversos tratamentos


Incontinência fecal (ou incontinência anal) é a perda involuntária de fezes ou gases, que afeta aproximadamente de 2 a 5% da população brasileira, em maior ou menor grau.

Como muitas pessoas tendem a esconder o problema e não contar nem ao seu médico, esse número é difícil de ser avaliado. A falta de conhecimento de uma possibilidade de tratamento e a vergonha de comentar sobre o problema gera ansiedade, depressão e isolamento social. É importante que o paciente saiba o máximo possível sobre esta condição e converse abertamente com seu médico.

A incontinência fecal é normalmente uma situação tratável, e o tratamento pode diminuir os sintomas e até curar a incontinência. Entre os adultos jovens, o problema é mais comum nas mulheres, e afeta idosos de maneira semelhante.

A continência normal exige função normal tanto do sistema nervoso, quanto do trato digestivo, além dos esfíncteres anais e musculatura pélvica, que envolve o final do intestino grosso. Muitas são as causas de incontinência, e muitas vezes são combinações de várias causas, dentre elas, destacam-se:

Lesão dos esfíncteres anais: são músculos localizados na pelve e no final do reto e ânus circundando-os em forma de anel. A sua contração evita o escape involuntário de conteúdo intestinal, e é crítico para manutenção adequada da continência. Qualquer dano ou perda de controle sobre esses músculos pode levar à incontinência. Esse tipo de lesão ocorre mais comumente durante o parto vaginal ou cirurgia anal (especialmente cirurgia de hemorróidas).

Causas neurológicas: diabetes, esclerose múltipla, trauma ou tumores medulares podem diminuir as sensações, a força e o controle nervoso sobre o trato digestivo inferior. Também o parto vaginal pode levar à acometimento da função esfincteriana, mesmo após vários anos do parto.

Diminuição da distensibilidade do reto: doenças inflamatórias intestinais ou induzidas por radioterapia podem diminuir a capacidade de expansão e armazenamento de fezes do reto.

Alteração crônica da consistência das fezes: fezes endurecidas no reto podem levar os esfíncteres anais a se relaxarem e permitir a passagem de fezes líquidas além desse bloqueio. É causa freqüente de incontinência em adultos mais velhos, já que são causadas por perda da sensibilidade retal, falta de mobilidade, algumas condições de saúde mental e ingestão pobre de líquidos e fibras. Por outro lado, o abuso de laxativos para tratamento da incontinência crônica pode levar à formação de fezes líquidas, que são mais difíceis de segurar.

Doenças orificiais: doença hemorroidária, fissura anal, abscessos ou fístulas perianais podem levar à perda de muco ou pus pelo ânus, simulando incontinência leve.

Outras causas: crianças com defeitos congênitos no ânus e esfíncteres anais podem sofrer de incontinência. Algumas vezes, as causas podem não ser conhecidas, e são chamadas de idiopáticas. Ocorrem com maior freqüência em mulheres adultas.

A causa da incontinência quase sempre pode ser estabelecida com uma avaliação cuidadosa da história clínica, exame físico e testes diagnósticos.

HISTÓRIA CLÍNICA

Alguns dados da história da incontinência podem sugerir as causas. É importante que o médico tenha conhecimento da natureza, duração, severidade e forma de início dos sintomas, principalmente porque a queixa não é espontânea na maioria das vezes, mas aparece apenas seguida ao questionamento médico.

EXAME FÍSICO

Avaliação da região perianal, da presença de vestes sujas, defeitos anais ou cicatrizes perianais visíveis, além do toque retal, são importantes para ajudar no estabelecimento do diagnóstico da causa da incontinência.

TESTE DIAGNÓSTICOS

Apesar do exame físico e história já sugerirem a(s) causa(s) da incontinência, alguns testes são particularmente úteis no diagnóstico correto, para que se possa estabelecer um tratamento adequado.

EXAME DIRETO DO INTERIOR DO INTESTINO

Colonoscopia, sigmoidoscopia ou anuscopia podem ajudar a identificar inflamações, tumores e outras causas de incontinência.

EXAME DE FEZES

Pode ajudar a identificar a causa de incontinência em alguns pacientes com diarréia.

ULTRA-SONOGRAFIA

Pode revelar anormalidades dos esfíncteres, parede retal e musculatura pélvica que ajuda na continência.

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